27 abril 2009
bem a toa mesmo
Tudo seria mais simples se eu usasse calendários. Se eu realmente aproveitasse os espaços da minha agenda com compromissos e afazeres, ao invés de figurinhas e escritos aleatórios, e trechos de aulas em que eu esqueci o caderno em casa. Pelo menos esse ano eu tenho uma agenda. Antes, nem isso. Só falta saber usar pra não ver os compromissos batendo a porta "oi, é agora". Eu estaria dormindo agora, ou lendo um livro de crônicas, ou passeando na rua, se, na semana passada, eu tivesse parada para escrever a matéria que é pra hoje. Claro, isso aconteceria se eu, na semana retrasada, tivesse anotado em minha agenda que na semana passada eu teria que escrever uma matéria pra essa semana. E eu não me desesperaria daqui há algumas horas se agora eu estivesse escrevendo o artigo que tenho que escrever ao invés de estar escrevendo no blog. E o pior é que eu sei de tudo isso. Vergonha na cara? Nenhuma. Um dia, talvez, quem sabe. Se eu lembrar de marcar na minha genda de 2010: em 2011, tomar vergonha na cara.
12 abril 2009
Releitura de "Os três mal-amados"; ou "O mal-amado tão amado".
O TCC comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O TCC comeu meu tempo de sobra, meus dias em família, meus dias de festa. O TCC comeu meus filmes, minhas alegres fotografias. O TCC comeu meus livros de contos, de crônicas.
O TCC comeu minhas conversas ao telefone, minhas tardes ao pôr-do-sol. Comeu minha paz. Só sobrou guerra, dor-de-cabeça e medo da morte (ou da banca!).
(Ok, ainda não está tão grave assim. Mas vai ficar.)
O TCC comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O TCC comeu meu tempo de sobra, meus dias em família, meus dias de festa. O TCC comeu meus filmes, minhas alegres fotografias. O TCC comeu meus livros de contos, de crônicas.
O TCC comeu minhas conversas ao telefone, minhas tardes ao pôr-do-sol. Comeu minha paz. Só sobrou guerra, dor-de-cabeça e medo da morte (ou da banca!).
(Ok, ainda não está tão grave assim. Mas vai ficar.)
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